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"É como correr atrás do vento"

  

Então  resolvi me divertir e gozar os prazeres da vida. Mas descobri que isso também é ilusão. Eclesiastes 2.1





Vivemos em uma era em que os meios digitais acabam nos influenciando à buscar uma felicidade superficial através de roupas, objetos, viagens, ter o carrão ou a moto do ano, e ter uma casa grande, etc.

Claro que ter isso tudo é muito bom, não me entenda mal, mas será que isso é um desejo nosso ou simplesmente estamos querendo impressionar alguém? Ou estamos desejando nos incluir em uma realidade que não é nossa?

O ser humano tem uma tendência natural em fazer suposições sobre a vida do próximo e nisso e se comparar com outas pessoas. Isso é muito perigoso, pois pode influenciar uma depressão ou até mesmo uma frustração muito grande. Alguns quando analisam a vida de outras pessoas no Instagram chegam a dizer: "Nossa esse vive de verdade, ele  viaja o tempo todo. Que vida boa ele tem". E começa a ter um sentimento de angustia, dizendo: "Minha vida é muito parada, eu não faço nada, diferente, não tenho nada, e tal..."

Pare de pensar que para ter uma vida boa ou Feliz envolve ter muito dinheiro, viajar e ter bens materiais.   Não se deixe influenciar por essa vida virtual perfeita em fotos, porque é tudo ilusão. Não deixe influenciar pelo mudo consumista.  Não existe vida perfeita, a vida perfeita. A felicidade esta por traz dos nossos olhos, a felicidade esta muito, além disso.

Eclesiastes 2.11 diz,

“Mas, quando pensei em todas as coisas que avia feito e no trabalho que tinha tido para conseguir faze-las, compreendi que tudo aquilo era ilusão, não tinha nenhum proveito. Era como se eu estivesse correndo atrás do vento.”

Salomão resumiu seus muitos esforços e encontrou o significado da vida na seguinte expressão: " e eis que tudo era vaidade, era como correr atrás do vento". Sentimos o vento enquanto ele passa, mas não podemos pega-lo, segura-lo ou guarda-lo. Assim são a vida de muitos. Podemos até sentir uma satisfação pessoal em todas as nossas viagens, com nosso dinheiro, nos nossos bens materiais, mas é um sentimento temporário.

Paulo “rasga o verbo” ao falar sobre como o acúmulo de riquezas pode ser nocivo para os cristãos, que podem se perder. 1° Timóteo 6.9,10.

“Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.”







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